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Brincos ultrarromântico
Até que ponto o belo resiste sem se tornar ornamento vazio? O ultrarromantismo, na literatura e na arte, nunca foi uma celebração ingênua da paixão ou da melancolia ornamental. Em Álvares de Azevedo, Goethe ou Musset, a estética não se dobra à previsibilidade do encanto, mas desafia, corrompe e expõe as entranhas daquilo que se convencionou chamar de sublime. Há uma recusa à beleza fácil, uma fratura que interrompe qualquer ilusão de perfeição. O par de brincos ultrarromântic
3 de fev. de 2025


Colar proteja-me do que eu quero
Onde escolhemos pôr nossos corações? Dentre todas as peças que adornam o corpo humano, o colar é aquele que detém maior escopo simbólico e emocional. Ele repousa próximo ao peito, carregado de significados que atravessam os tempos. Não é só o metal precioso ou o brilho eterno da pedra; é o espaço entre o objeto e a pele, o território da intimidade. Colares podem ser orações sussurradas à beira do peito, promessas guardadas na curva do pescoço. São ecos de amores, de perdas, d
28 de jan. de 2025


Brincos jardim do sepulcro vazio
O par de brincos "jardim do sepulcro vazio" não são brincos polidos de pérolas alvas e intocadas com ordinários brilhos incolores. São delicadas joias feitas minuciosamente à mão em prata 950, pinos longos com garras que atravessam irregulares pérolas negras, algo que simbolicamente possa representar algo denso, mas também soar como boas azeitonas mergulhadas em drinks pomposos. As pérolas negras revelam um certo brilho que oscila entre o oculto e o exposto, entre os azuis pr
21 de jan. de 2025
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